
O Instituto Verbena, da Universidade Federal de Goiás (UFG), informou que o servidor aprovado em 1º lugar no concurso da Câmara Municipal de Goiânia não participou da elaboração da prova para o cargo de administrador.A manifestação foi enviada após a repercussão do caso, que passou a ser investigado pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) por suspeita de irregularidade no certame, realizado no último dia 15 de março.Segundo o instituto, o próprio candidato, identificado como Luã Lírio, comunicou ainda em dezembro do ano passado um possível conflito de interesses e solicitou o afastamento de todas as atividades relacionadas ao concurso. A instituição afirma que, a partir disso, bloqueou todos os acessos dele aos sistemas e arquivos do certame.
De acordo com o Verbena, uma auditoria interna confirmou que o servidor não participou da organização específica da prova aplicada para o cargo ao qual concorreu. O instituto também reforçou que o processo ocorreu com “total transparência e segurança”.
A suspeita surgiu após o resultado preliminar do concurso da Câmara de Goiânia, apontar Luã Lírio, servidor ligado ao Instituto Verbena (UFG), como 1º colocado para o cargo de administrador. Como o instituto foi responsável pela organização do certame, o fato de um funcionário da banca ter participado da seleção levantou questionamentos sobre possível conflito de interesses e eventual acesso a informações privilegiadas.





